Geneticistas da Universidade Federal do Espírito Santo estão construindo um retrato de um instante muito difícil de observar na evolução: a origem de uma nova espécie. Estudando a composição genética do rato selvagem Akodon cursor, os pesquisadores reuniram dados que levam a crer que a espécie está se dividindo. Existem indivíduos da espécie com 14, 15 e 16 cromossomos. Apesar de as três variedades do roedor existirem em
todos os locais, a com 16 cromossomos está proliferando mais na costa do Nordeste, enquanto a com 14 é mais numerosa na do Sudeste. No futuro, os cientistas acreditam que o que deve acontecer é uma separação entre espécies. Bué: Qualquer semelhança com os tucanos é mera coincidência.
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