A volta ao pesadelo governamental tentado pela oposição com o tatibitate de Silvinho só consolidou o sentimento, diante do Brasil de fundo, da definitiva virada de página da crise do mensalão. O epitáfio está aí, no começo do conformismo de tucanos e pefelês com a perspectiva do novo mandato de Lula e a promessa feroz de que não o deixarão em paz num segundo tempo no Planalto. Clama-se pelo turbinar da presença nacional de Alckmin, diante da subida inexorável do petista após o choque de agosto de 2005. Os decepcionados voltam ao voto pela reeleição ("Que se há de fazer?", reflete Chico Buarque), já que muito pior é voltarmos ao Brasil de todo o sempre. Por Candido Mendes.
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