Em entrevista exclusiva a "Le Monde", o presidente brasileiro comenta as tensões com a Bolívia e a Venezuela, faz um balanço de sua gestão, diz que "não há comparação" entre ela e as dos governos anteriores, afirma que "o PT tem pela frente uma tarefa imensa: recuperar sua razão de ser para continuar a ser um partido poderoso", e se mostra confiante, porém cauteloso com o favoritismo da seleção nesta Copa do mundo.Por Sylvie Kauffmann e Paulo A. Paranaguá.Clique no título para ler a entrevista.
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