Ontem, na conversa com Bob Fernandes, Cláudio Lembo não disse nada ao acaso. Contou porque decidiu falar. E ampliou o tom das críticas contra o comportamento do alto tucanato paulista na crise enfrentada pelo Estado.
Em resposta a uma provocação, disse que como os pulsos telefônicos estão caros, se Alckmin ligasse a cobrar ele, governador, "pagaria" a ligação.
À lembrança de que "vestido" talvez não seja uma expressão a ser usada no Palácio dos Bandeirantes (por recordar os 400 vestidos, ou 40 peças, recebidas por Lu Alckmin), estocou novamente:
- Eu nunca me equivoco no que eu falo. Eu sempre penso antes de falar.
Lembo pensou antes de confirmar não ter recebido nenhuma ligação do ex-prefeito da cidade atacada, e candidato a governar o estado, José Serra:
- Pode ser um problema de amnésia, eu compreendo.(...) Ele está nos Estados Unidos(...) Eu não sei o que está acontecendo. Talvez ele não tenha acesso a meios de comunicação brasileiros, e não viu, não assistiu. Ou não quis eventualmente se envolver em episódio tão amargo e triste. Quis se preservar.
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