"Um mal começo" é como o cientista político Fábio Wanderley Reis define as denúncias de que o governador de São Paulo Geraldo Alckmin estaria envolvido no caso Nossa Caixa. Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo mostra que o dinheiro de publicidade da Nossa Caixa foi usado em jornais, revistas e programas mantidos ou indicados por Wagner Salustiano (PSDB), 'Bispo Gê' (PTB), Afanázio Jazadji (PFL), Vaz de Lima (PSDB) e Edson Ferrarini (PTB). Correspondências eletrônicas indicam que as ordens partiram do então assessor especial de Comunicação de Alckmin, Roger Ferreira, que pediu demissão. "A primeira reação dele é o que sempre acontece: negar tudo, o que não é bom."Da Lu
A notícia de que Lu Alckmin, primeira-dama de SP, recebeu de graça mais de 400 peças de roupa do estilista Rogério Figueiredo, também veiculada pela Folha, não pegou bem. "Devia haver um empenho em evitar esse tipo de coisa, de exposição", afirma Reis. "Não há nem razão de ganho pecuniário que justifique uma exposição negativa dessas, que poderia ser facilmente evitada." Por Lillian Witte Fibe.
2 comentários:
Sem comentário, "moral irreprensivel", esta dos tucanos",mas Deus é Justo e Verdadeiro, antes de acabar a festa, o nosso charles vem voltar Paz, alegria geral, todo povo vem sambar antecipando o carnaval... - música de Jorge Bem
"Não há nem razão de ganho pecuniário que justifique uma exposição negativa dessas, que poderia ser facilmente evitada."
Claro.. é tão normal uma loja como a Das CU doar aquelas roupas para pessoas normais, ainda mais em quantidades módicas como no caso da mulher do Alckmin. O que são 400 peças de roupa né?
Para demonstrar isso, a Lu Alckmin deveria doar essas 400 peças ou leiloar e dar a grana para alguma creche.
Tenho certeza que não vai fazer falta no humilde guarda roupa dela.
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