Um estudo da economista Sônia Rocha com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios revela o retrato da evolução da pobreza e da indigência no país: mais prosperidade no campo e nas cidades grandes uma redução mais lenta da miséria. Dados inéditos da pesquisa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - mostram que o percentual de pobres em relação ao total da população baixou de 44,3%, em 1992, para 38,7%, em 2004. Em 2003, primeiro ano do governo Lula, o percentual era de 39,8%. Nas áreas rurais - historicamente mais pobres - a pobreza caiu de 52,7%, em 1992, para 35,4%, em 2004. Ao todo, a proporção de pobres no Brasil cedeu de 44% em 1992 para 35,6% em 2003 e continuou em queda em 2004 para 33,2%. "Foi uma redução drástica" segundo Sônia Rocha. No caso da indigência, o percentual caiu de 16,6% em 1992 para 10% em 2003. Baixou mais dois pontos em 2004, alcançando 8%. "Os resultados revelam uma redução inequívoca da pobreza e da indigência no país". Geração forte de postos de trabalho, comportamento favorável do mercado de trabalho, expansão do número de pessoas atendidas por benefícios assistenciais do governo (e o aumento do valor pago às famílias) e a política de valorização do salário mínimo explicam à queda da miséria em áreas rurais. Os indicadores de pobreza e indigência vêm sendo favoravelmente afetados pelas políticas públicas relativas a aposentadorias e pensões, assim como pelos mecanismos de renda focados nos mais pobres.
1.1.06
Primeira Boa Notícia
Um estudo da economista Sônia Rocha com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios revela o retrato da evolução da pobreza e da indigência no país: mais prosperidade no campo e nas cidades grandes uma redução mais lenta da miséria. Dados inéditos da pesquisa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - mostram que o percentual de pobres em relação ao total da população baixou de 44,3%, em 1992, para 38,7%, em 2004. Em 2003, primeiro ano do governo Lula, o percentual era de 39,8%. Nas áreas rurais - historicamente mais pobres - a pobreza caiu de 52,7%, em 1992, para 35,4%, em 2004. Ao todo, a proporção de pobres no Brasil cedeu de 44% em 1992 para 35,6% em 2003 e continuou em queda em 2004 para 33,2%. "Foi uma redução drástica" segundo Sônia Rocha. No caso da indigência, o percentual caiu de 16,6% em 1992 para 10% em 2003. Baixou mais dois pontos em 2004, alcançando 8%. "Os resultados revelam uma redução inequívoca da pobreza e da indigência no país". Geração forte de postos de trabalho, comportamento favorável do mercado de trabalho, expansão do número de pessoas atendidas por benefícios assistenciais do governo (e o aumento do valor pago às famílias) e a política de valorização do salário mínimo explicam à queda da miséria em áreas rurais. Os indicadores de pobreza e indigência vêm sendo favoravelmente afetados pelas políticas públicas relativas a aposentadorias e pensões, assim como pelos mecanismos de renda focados nos mais pobres.
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